sábado, 13 de dezembro de 2014

Abastecimento de água no Rio Grande do Sui

Segue abaixo algumas reportagens importantes sobre a qualidade da água que foram divugadas durante o ano de 2014.

Rotatória da praia será liberada na quarta-feira

12 Dez 2014 16:07   Redator(a): Shana Dockendorff MTB: 14157


Desde o início desta semana a rotatória de acesso aos balneários Valverde e Santo Antônio pela avenida Rio Grande do Sul está parcialmente bloqueada. Um desvio por dentro do Posto do Guga está sendo utilizado para a entrada nas praias e a via originalmente de entrada está sendo utilizada como a saída de veículos.

          Segundo os trabalhadores da obra, na quarta-feira (10/12/14) os agentes de trânsito acompanharam o fluxo do trânsito indicando o caminho utilizado, já nesta quinta (11) e sexta-feira (12) o trânsito flui com normalidade. A previsão de conclusão das obras é para a próxima quarta-feira.

          Estão sendo realizadas obras de ligação de condomínios à Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Laranjal, executadas pelo Sanep. Depois de concluída esta parte da obra, o Sanep trabalhará na avenida Adolfo Fetter, na altura do condomínio Veredas Alto do Laranjal – também em meia-pista

Fonte: Prefeitura de Pelotas

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  No Rio Grande do Sul, o que preocupa é a qualidade da água

Chance de escassez como a que afeta São Paulo é improvável, mas Estado tem três rios entre os dez mais poluídos do Brasil

03/11/2014 | 05h01
 Seca no Rio do Sinos, quarto mais poluído do Brasil, já deixou grandes cidades sem água entre 2011 e 2012 Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
 
As chances de os gaúchos passarem por uma crise de abastecimento de água nas proporções vivenciadas pelos paulistas nos últimos meses é considerada remota do ponto de vista da escassez de recursos hídricos, mas torna-se concreta quando se leva em conta a qualidade desses recursos.

Para o vice-diretor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Carlos André Bulhões Mendes, a degradação dos mananciais que abastecem o Estado cria uma "seca artificial". A situação demandaria mais investimentos no tratamento da água, o que esbarra na falta de recursos e depende de vontade política.
— Há solução técnica para tudo, mas quem paga a conta? O Rio Grande do Sul tem água à vontade, mas precisa de um sistema para manter a oferta em equilíbrio com a demanda — aponta Mendes.